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Otto e o 11/11/11


Everybody, macacada. Otto disse no Jô uma vez que seu próximo disco se chamaria “oneoneone”, referência a qualquer coisa mística relacionada a portais que se abririam hoje, 11/11, precisamente às 11h11, em algum lugarzinho da Inglaterra, uma cidade onde se reuniriam pessoas interessadas em expandir seu raio astral, firmar o equilíbrio mente/corpo e, de quebra, arregaçar com os chacras, abrindo as porteiras energéticas de uma vez, dando vazão ao imponderável.

Otto tatuou “oneoneone” na mão, além da palavra “moon”, se não me engano, e disse que seu próximo disco levaria esse nome, que estaria na tal cidade inglesa. Disse também outra porção de bobagens. Todo mundo diz bobagem no Jô, até os caras mais fodas, os músicos, as bandas, os atores e atrizes mais interessantes do mundo se sentem meio idiotas sendo entrevistados por ele.

E desatam a falar merda. Otto disse muita merda nesse dia. Uma delas foi que o amor era um negócio foda pra caralho.

Otto é um cara fodido. Curiosamente, o 111111 me fez lembrar o quanto somos igualmente fodidos. Porra, o amor...

De qualquer forma, são 11h39 (agora), e isso não importa mais, se é que algum dia importou.

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