Há horas rasuro a folha,
procuro o ponto certo como se batesse o bolo ou apostasse noutra coisa que
requer paciência.
Encenar o ato, encarnar a dor.
Escrever o dia quando o dia
ainda acontece. E pensar: quem acordará amanhã? Quem do outro lado andará até a
porta e na porta encontrará outra porta?
O mesmo.
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